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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Põe meia dúzia de Brahma pra gelar...

EU TÔ VOLTANDO!

31 de julho, Dia Mundial do Orgasmo. Flávio e eu fomos ao Sokana – o da Muda, que é pertinho de casa – tomar um drink chamado orgasmo. Estranha concepção da coisa, aliás: doce, rosa e cheia de vodka. Mas, enfim, vale pela brincadeira.

Chegamos ao bar e já fui me debruçando no balcão, em busca do garçom. Ele grunhiu qualquer coisa parecida com um “pois não” e eu mandei, na lata:

— Me vê um orgasmo, por favor.

— Um só?

— Dois copos, disse o Flávio.

— De quê, perguntou o garçom.

— De orgasmo, respondi já sem conseguir segurar o riso, mas acho que o garçom não tinha muito senso de humor. Ou não sabia que chegava ao fim o Dia do Orgasmo.


*****

Este café encontra-se em sistema de sof opening.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Uma decisão inevitável...

FECHADO

POR TEMPO

INDETERMINADO




Pessoas queridas,

É com muito pesar que tomo esta decisão. Não está dando mesmo para escrever, nem esporadicamente. Trabalho novo, casamento vindo aí, Flávio andou doente, projeto experimental para entregar na faculdade... Sei lá, mil coisas. Amo escrever. Acho muito legal poder dividir com vocês algumas experiências de vida. Vai ser difícil assistir a um filme e não pensar em escrever a respeito aqui. O mesmo vale para peças de teatro, bares que descubro por aí, impressões variadas. Mas quem sabe isso não é passageiro, não é? Talvez eu volte amanhã mesmo, cheia de gás, sem conseguir calar a respeito de algo. Vejamos.

Um beijão a todos,

Bia


sábado, 14 de julho de 2007

Haja pílula!

Já que não tenho tido tempo de escrever aqui com a freqüência que gostaria, vamos a algumas pílulas sobre coisas que julgo importante comentar... Então, aí vai um apanhado do que tenho visto por aí, em termos de cinema e teatro. Aviso a todos que o CineSobrado parou para o Pan (aliás, a cidade inteira foi afetada por esta praga!) e só volta em agosto. Enquanto isso, sigo em ritmo de preparativos para o casamento e em busca de emprego. Mil currículos enviados, algumas entrevistas... Vejamos no que dá. Ontem, escolhi meu vestido, essa semana "fechei" o contrato com a casa... Imaginem a correria!!!

Entre Tati e Flávia, na Cachaçaria Mangue Seco, depois de assistirmos a "Império"


Proibido proibir

O filme, exibido lá no CineSobrado no dia 13 de julho, é excelente. Eu, pelo menos, recomendo. Apesar do título remeter à música de Caetano Veloso e, conseqüentemente, aos anos de chumbo da ditadura militar, o filme se passa no presente. E isso é, talvez, o mais assustador. Porque, de repente, a gente se dá conta de que vive numa realidade funesta e se dá conta de que somos reféns da polícia etc. E olha que filme começa como uma história de amor, com um triângulo amoroso... Mas de água com açúcar a história não tem nada, não. Muito bom.


Sambando nas brasas, morô?

Uma pena que tenha ficado tão pouco tempo em cartaz. Esse filme é fantástico. Exibido no CineSobrado em 26 de julho, a história em si não tem nada demais: Pedro é um músico que sonha entrar no mercado musical. Ele sai de Belo Horizonte para viver na casa de seu irmão, no subúrbio carioca. A história, ambientada na década de 50, conta com uma farta contextualização da época, com a inserção de cinejornais, fotografia e afins. Segundo a sinopse: “o filme apresenta um país que – na política e nas artes – cortava o cordão umbilical com o passado. JK chegava, apontando novos rumos. Cantava-se do Baião à Bossa Nova. E os novos costumes permitiam aos jovens sonhar com uma nova era, onde tudo era possível. Morô?”. Se possível, vejam.

Império

Não costumo ir ao teatro. Não por não gostar, mas é que tenho uma certa preguiça. Em geral, os teatros são fora de mão, ou caríssimos. E isso, sinceramente, é balde de água fria. Só que essa peça merece o esforço. Com todas as críticas que possam ser feitas ao Miguel Fallabela, o troço é um espetáculo. Mesmo. Merecia ser encenado mundo afora... Mas tenho minhas dúvidas de que as piadas sejam assim universais. Acho que é uma coisa de brasileiro para brasileiro... E, poxa, o ingresso custa apenas R$ 10.


Surto

Para quem não curte teatro, até que bati o meu recorde, né!? Essa peça já está em cartaz há anos e nunca me interessei em assistir. Fui porque tinha companhia... Achei bobo demais. Demorei a achar graça... É estranho. Sinto-me um ET em meio àquelas pessoas que gargalham sem parar, por tão pouco. Entretanto, não chega a ser ruim. Para quem gosta de comédia, é um prato cheio.