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quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Perú: fiesta, cajón y sabor

Uma recordação da minha primeira festa peruana

Acho que poderia ter escrito antes, chamando a todos para a festa. Mas, sei lá. Nunca havia estado em uma festa peruana, então não sabia bem o que esperar. Claro, avisei a vários amigos. E cheguei mesmo a convencer alguns... Teve quem gostasse, teve quem odiasse.

A festa aconteceu na última sexta-feira, dia 28 de julho, data em que se comemora a independência do Peru. O local escolhido foi o restaurante Panela Quente, que fica ali na Praia de Botafogo, entre a Voluntários e a São Clemente. Ou seja, de fácil acesso, pertíssimo do metrô. O ingresso custava módicos R$ 10 e, de acordo com a divulgação, R$ 5 seriam para consumo.

Pois bem, fui de carona com a Flávia, que levou o pai e a namorada dele. De cara, a primeira decepção: tínhamos que pagar os R$ 10 logo na porta, em dinheiro. Eu particularmente esperava poder pagar tudo no débito, porque no e-mail que recebi dizia que era aceito... Mas, tudo bem, né!? O problema é que, lá dentro, havia tanta gente que mal podíamos nos situar. Fomos até a comida e, bem, segunda decepção da noite: tínhamos que pagar adiantado, em dinheiro e, leigas, tentar descobrir o que era cada coisa.

Flávia, então, comprou cebiches para todos. Mas ela achou a cara péssima e quis trocar. Quem disse que conseguíamos entender quais eram as opções e o que era cada coisa!? Eu acabei arriscando uma causa. O pai dela ficou com o cebiche mesmo. Flávia e Ana (a namorada do pai dela) foram pegar o dinheiro de volta (outra novela). Eu, particularmente, tô pensando em visitar o Intihuasi, que é um restaurante especializado na culinária peruana. Só para ver se melhora a primeira impressão...

Segundo a divulgação da festa, seriam dois ambientes. O primeiro já havia sido um fiasco. Não sei se chegamos tarde demais, mas não havia nada ali (fora o balcão com a comida) que lembrasse o Peru. Decoração!? Roupas típicas!? Eu não vi. Subimos para a salsa. Ivan (o pai da Flávia) e Ana desistiram logo nos primeiros minutos. Foram embora. Mas não estava tão ruim. Ficamos eu, Flávia, Vanessa (que levou uma colega, Ana), Leandro, Eugênia (que também levou uma amiga, Joana). O problema é que, só no nosso grupo, já havia um excesso de mulheres. E, para piorar, o único homem (pô, Lê!) não dançava nada.

Como só serviam Bavária, resolvi experimentar o tão falado pisco. Gostei (a Flávia detestou!), mas achei R$ 5 meio salgado. Então, acabei ficando na coca light mesmo. Minha tia Miriam apareceu por lá bem na hora em que um grupo de música criolla, o Negro Mendes, estava se apresentando. Ela, que já esteve no Peru, achou tudo muito “globalizado” e foi embora depois de comer um prato de cebiche (que, afinal, fui obrigada a experimentar...). Depois ficou surpresa quando eu disse que fui embora lá pelas 3h da madrugada, cansada de tanto ouvir salsa...

Saldo da noite: acho que valeu a experiência. Foi divertido ver o Victor atacando de DJ (Floro). É sempre curioso ver nosso professor em outras funções, né!? Creio que a festa de domingo (sim, havia outra festa no domingo) deve ter sido melhor organizada. Gostaria de ter ido, mas o tempo estava ruim e eu estava sem carro... E sem companhia, já que não consegui convencer ninguém a ir comigo!. Além do mais, essa festa de domingo seria mais cara, então...

Fica para o ano que vem. Mais informações sobre eventos organizados por esta galera, visitem o portal Peruanos en Brasil. O pessoal é animado.

Um comentário:

Flávia Pinheiro disse...

Pô, Bia, assim todo mundo vai pensar que eu sou uma chata... rsrsrs... mas q a comida era ruim e pisco pior que a nossa caipirinha lá isso era, mas a festa era animada, todo mundo dançando,... foi divertido. Claro q não precisava de que a Vanessa, às 3h, pusesse Célia Cruz no rádio do carro... hehehe